
Assim como é preciso atenção e orientação médica para qualquer atividade durante a gestação com a massagem não é diferente. Nem todos os tipos de massagens são indicados para esta fase.
O indicado é que procure profissionais capacitados e acostumados a cuidas de gestantes. Investigar o local ou ter indicações é imprescindível para garantir a segurança durante a sua gestação, inclusive, para drenagem linfática que é indicado para diminuir o inchaço.
Se já fazia antes de engravidar, converse com o profissional antes de continuar.
Durante a gestação a mulher pode ter áreas mais sensíveis e não esqueça de avisar o profissional, assim, como o mesmo tem que ter muito cuidado com pontos específicos para não ativar nenhum ponto do corpo ou prejudicar o andamento da gestação, a reflexologia, por exemplo, não é indicado.
Outros cuidados com a utilização de cremes e óleos, pois, muitos são absorvidos pela pele e além de poder causar alergias.
A aromaterapia é uma aliada no relaxamento e melhora do bem estar da gestante, mas com cuidado e utilizada por profissionais capacitados para utiliza-la em gestante. A aplicação errada de óleos essenciais podem trazer sérios riscos à saúde já que são óleos extraídos de plantas e nem toda planta é indicada para gestantes, muitas funcionam como remédios e podem passar para corrente sanguínea e passa para placenta.
Procure profissionais capacitados e que trabalhe com gestantes para que a massagem não seja uma preocupação e sim uma aliada para aliviar tensões, dores físicas e emocionais, inchaços e trazer saúde e muito bem estar.

Período que ocorre desde o parto até que os corpo físico e o estado geral da mulher voltem às condições anteriores à gestação. Durante o puerpério, o corpo da mulher passa por profundas modificações físicas e emocionais. A mulher não é mais a mesma. A mãe precisa se adaptar a essa “nova mulher” que não existia antes com novas responsabilidades, rotina e ao mesmo tempo que recuperar-se lentamente do parto e das alterações físicas e emocionais. Isso leva tempo e por vezes ela ficará mais sensível.

A nossa cultura está acostumada a associar o choro do bebê com cólica, fome ou manha para ficar no colo. Mas, já pararam para pensar que o choro pode estar além disso? Quais sensações aquele bebezinho está sentindo? Insegurança? Medo? Angústia? Dor? E o pior, eles não sabem identificar ou expor. Existem várias técnicas para “reconhecer” o choro do bebê: fome, desconforto, sono e dor! O bebê sente muito além disso; precisa de colo, segurança, necessidade de sucção, carinho, acolhimento!!!!


