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O choro do bebê: O que meu bebê precisa?!

Choro do bebê - como identificar?A nossa cultura está acostumada a associar o choro do bebê com cólica, fome ou manha para ficar no colo. Mas, já pararam para pensar que o choro pode estar além disso? Quais sensações aquele bebezinho está sentindo? Insegurança? Medo? Angústia? Dor? E o pior, eles não sabem identificar ou expor. Existem várias técnicas para “reconhecer” o choro do bebê: fome, desconforto, sono e dor! O bebê sente muito além disso; precisa de colo, segurança, necessidade de sucção, carinho, acolhimento!!!!
O bebê desde a sua formação vive em ambiente todo escuro, barulhento e todo seu contorno está preenchido. Quando nasce, ele precisa das mesmas situações para se sentirem seguros.
Existem meios de reproduzir para eles estas sensações:
– CHARUTINHO – O bebê fica todo enroladinho com o cueiro ou fralda. Essa técnica traz a sensação de estar apertadinho dentro do útero da mãe. Mas, lembrando que o bebê tem essa necessidade até se adaptar a vida fora da barriga, que dura em média 3 meses.
– CHIADO BRANCO – O ambiente intrauterino era bem barulhento, por isso, tentar reproduzir o barulho para o bebê pode ajudá-lo a acalmar. Existem hoje na internet, no YouTube e Apps que reproduzem o som de dentro da barriga da mãe. Mas, também outros tipos de “barulhos” tem ajudado os pais, o “shhh, shhh, shhh” perto do ouvido do bebê, secador de cabelos, aspirador de pó, exaustor de cozinha também já ajudaram pais a acalmar seus bebês!
– BALANÇO –  O caminhar da mãe, respiração e tarefas do dia-a-dia movimenta o bebê, quando ainda na barriga, o tempo todo. Por isso, balança-lo pode ser uma maneira de acalma-lo. Com o SLING é uma maneira de reproduzir.
– SHANTALA – A massagem em todo o corpinho, além de aumentar o vínculo entre os pais e o bebê, auxilia no processo de adaptação fora do útero e no relaxamento. Sem contar inúmeros benefícios que ela traz.
– BANHO DE OFURÔ – A banheira que lembra um balde, o ambiente mais compacto e com água faz com que o bebê lembre daqueles nove meses que passou no líquido amniótico e o faz relaxar.
Todas essas técnicas são para auxiliar o bebê entender que nasceu e para auxilia-lo a se adaptar com o mundo aqui fora. Existem muitas outras técnicas e as famílias devem procurar aquela que melhor se adapta a rotina.

Para o bebê acolhimento, carinho, contato são essenciais, muito além do alimento eles precisam se sentirem seguros e amados.

 
Muito amor!
Janaina Prates

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O QUE OS PAPAIS PODEM FAZER?

A mãe é muito solicitada pelo bebê e a amamentação depende unicamente dela!
O que os papais podem fazer para apoia-la nesse momento:

  • Realize as tarefas da casa, reduza o estresse da sua parceira e assegure-se para ela descansar o suficiente.
  • Coloque o bebê para arrotar após as mamadas – O colo do pai é ótimo para isso!
  • Cuide do bebê de maneira diferente: banhos, trocas de fraldas, caminhadas…

 
 
 

Aleitamento Materno

Tubérculos de Montgomery : Preparar as mamas na gestação é necessário?

São glândulas sebáceas localizadas na aréola e que se alteram durante a gestação
– protegem a aréola e o bico do seio
– tem função antibacteriana
– Secretam componentes que aumentam o apetite do bebê

INDICAÇÕES
– Não há necessidade de preparar a aréola e mamilo para amamentar durante a gestação;
– Não utilizar buchas ou esfregar o mamilo durante a gestação, além de machucar pode estimular contrações;
– Não é indicado utilizar óleos, cremes, sabonetes para lubrificar o local.
Nosso corpo é sábio só precisamos confiar nele 😉
 

tuberculos de montegomery

Aleitamento Materno

DORES NOS MAMILOS – COMO EVITAR AS FISSURAS?

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Primeiramente é importante você saber a estrutura do mamilo. O mamilo é uma condensação de tecido epitelial (componente da pele superficial) através do qual os ductos lactíferos seguem até os orifícios na superfície. É circundado por pele pigmentada especializada, a aréola, que contém glândulas sudoríparas e glândulas sebáceas (glândulas de Montgomery) que se hipertrofiam durante a gravidez e servem para lubrificar e proteger o mamilo durante a lactação.     

A fissura mamilar é a ruptura do tecido epitelial que cobre o mamilo, que pode impedir a lactação e levar à infecção mamária. Nesses casos, a mãe apresenta dor e isso inibe o reflexo da descida do leite. A dor no mamilo ou rachaduras aparecem frequentemente nas primeiras semanas após o parto e isso pode ser um motivo para o desmame precoce, pois tende a levar a mãe a uma série de desconfortos que desestimula a continuidade do aleitamento materno.

Quais são os principais motivos?

Muitos autores apontam o mau posicionamento e uma pega inadequada como as principais causas do aparecimento de fissuras mamilares.

Como prevenir?

  • Não se preocupe com o preparo das mamas antes do parto. Ele não tem se mostrado benéfico e não tem sido recomendado de rotina.
  • A exposição das mamas ao sol é indicada também como fator preventivo, pois estimula uma hiperqueratose, ou seja, uma proliferação de células epiteliais que deixam a pele do mamilo mais espessa.
  • Não fique se preocupando em lavar excessivamente a aréola e o mamilo. Assim como a pele do rosto, o sabonete faz com que a pele do mamilo perda sua acidez proveniente da secreção das glândulas sebáceas e sudoríparas que é responsável pela proteção natural da pele contra microrganismos.
  • Evite o uso de cremes e loções hidratantes sobre a aréola e mamilo, porque eles interferem com a lubrificação natural da secreção das glândulas de Montgomery.
  • Beba água.
  • Use a posição correta ao colocar o bebê em seu seio.
  • Estimule o reflexo da ejeção antes do contato do bebê com a mama, através de massagem.
  • Antes de retirar seu filho do peito, interrompa a sucção colocando seu dedo mínimo na boca de seu bebê.
  • Após a mamada deixe o leite sobre a aréola e o mamilo e permita secar ao ar.
  • Amamente em livre demanda.
  • Esvazie toda a mama, mesmo que para isso seja necessária a realização da ordenha.

Depois da fissura já instalada o que fazer?

  • Corrija a pega e mantenha a amamentação.
  • Inicie a mamada pelo seio menos machucado, para minimizar o impacto da força de sucção do bebê faminto.
  • Aplique leite materno nas lesões após as mamadas.
  • Mantenha a amamentação em intervalos menores e de curta duração.
  • Esvazie as mamas após as mamadas.
  • Varie a posição da mamada.
  • Busque a tranquilidade.
  • Exponha as mamas ao sol (início da manhã ou fim da tarde), por dez minutos. A radiação ultravioleta tem propriedades bactericidas.
  • Se a fissura for muito extensa, suspenda a sucção direta por um período de 24 a 48 horas e realize a ordenha da mama, dando o leite ao seu bebê em colherinha, conta-gotas ou seringa.

Entre em contato!

 
Fonte : feminefisioterapia