Maternidade

BABYBLUES

BABYBLUES PÓS PARTO

Os primeiros dias após o nascimento do bebê é muito desafiador para a mãe, além de todo cuidado com a cria também passa por um turbilhão de sentimentos provocados pela ação dos hormônios.

A falta de empatia e/ou conhecimento faz com que muitas pessoas próximas à mãe a julgue ou ainda piore o quadro de transtornos psicológicos ou psiquiátricos. O BABY BLUES é um deles e é mais comum do que se imagina.

O BABY BLUES ou BLUES PUERPERAL é um estado que a mãe fica em flutuação de humor no pós-parto. Caracterizado em episódios de choro, irritabilidade, confusão e ansiedade. É muito comum podendo atingir entre 40% a 85% das mães no puerpério. Um dos fatores que mais complica essa turbulência emocional é que, muitas vezes, a família não entende, o marido não sabe como agir e, às vezes, nem a própria mulher compreende o que está acontecendo com ela, ao ver todos felizes com a chegada do bebê e ela não consegue reagir e sentir ” a tal felicidade materna”.

Os sintomas aparecem logo nos primeiros 10 dias pós-parto, sendo o pico entre o 3° e 5° dias e uma boa maneira de entender e ajudar nesse momento é saber que o Baby blues NÃO É FRESCURA. Da mesma maneira que chega ele vai, por volta de 20 dias após o parto.

A rede de apoio – pai, família, amigos, profissionais que acompanham a mãe – é oferecer acolhimento, ajuda nas demais tarefas, permitir que a mãe descanse um pouco mais nos dias mais desafiadores. Com o passar dos dias os hormônios vão se regulando e a mãe ficará mais segura.

Mães precisam de empatia e apoio.

 
 

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SAÚDE MENTAL MATERNA

SAUDE MENTAL MATERNA

Gerar, parir e ter um novo ser são experiências emocionais muito complexas, com mudanças avassaladoras. Isso determina na grávida ou na puérpera maior vulnerabilidade a alterações psicológicas e psiquiátricas que podem interferir no vínculo entre mãe e bebê.

Durante a gravidez e pós-parto muitas mulheres experimentam enorme variedade de sentimentos. Felicidade, excitação, realização são sentimentos que podem ser considerados próprios da maternidade, mas também ansiedade, frustração, confusão, tristeza e culpa, o que não deixa de ser comum, mas é preciso atenção!

O impacto dos transtornos psiquiátricos do puerpério sobre a amamentação pode variar desde dificuldades para posicionar o lactante e estabelecer vínculo até a contraindicação temporária ou definitiva da amamentação.

 

 Amamentar diminui os níveis de estresse da mãe.

 
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Fonte: Amamentação Bases científicas 4° Edição
Imagens : Internet/Google